As calmas têm de ser reciprocas meu amor!
Queres ouvir palavras que me custam a dizer, quando há palavras minhas que te custam a perceber...
Oh o quanto temo por ti e o quanto te quero!
time stops when I'm with you but I wish it could be for so much longer, and yes touch me when you say goodbye, just like you do all the time!
le sofa rouge, le sofa rouge... non, non, notre sofa noir, mon cher!
Sunday, July 06, 2008
Sunday, April 20, 2008
wandering
O corpo mole deambula pela calçada atrapalhada.
Trocámos os papéis amor! E perdemos todo do pouco sentido que tinhamos.
O relógio-mor já nem se faz ouvir. São cinco? Que cinco são?
Hoje não me perguntas pelo jardim, nem foges de lá comigo, ou nem sequer me levas até lá.
Foges agora pelos fios que te afastam de mim, com mais ou menos confusão nos olhos.
Trocámos os papéis amor! E perdemos todo do pouco sentido que tinhamos.
O relógio-mor já nem se faz ouvir. São cinco? Que cinco são?
Hoje não me perguntas pelo jardim, nem foges de lá comigo, ou nem sequer me levas até lá.
Foges agora pelos fios que te afastam de mim, com mais ou menos confusão nos olhos.
à mercê
Lavam de ti as mãos com sorrisos vitoriosos, deixando-te para pisares uma terceira vez (porque duas já foram à tanto) a pedra, a pedra pois, porque a pedrinha perdeste à muito com a pena impedindo-te assim de entregares os papéis já de si atrasados.
03/03/08
03/03/08
Wednesday, January 30, 2008
Go outside and breathe
"Pull fully on the mask."
You need it to cover your eyes and your soul.
You need the oxygen to forget, what you've done or who you are.
With that stupid mask you'll never remind the blood you have on your hands or the metal taste in your mouth.
And you'll think you are in a diferente magnificent world.
You need it to cover your eyes and your soul.
You need the oxygen to forget, what you've done or who you are.
With that stupid mask you'll never remind the blood you have on your hands or the metal taste in your mouth.
And you'll think you are in a diferente magnificent world.
Calças de mansinho os pés com plumas, e enrijeces os passos sem pensar duas vezes com garras de condor.
O que foi já foi não há maneiras de lá voltar, mas não te interessa a repetição do que sabes desde que nasceste.
Basta renascer o pouco que tens, mas assim bastará(s)?
Mas está longe, oh amor, o que queres! Nem a realidade, o sonho, ou até o essencial sabes! Então como?
Mas de que valem perguntas às quais jamais alguém responderá se, apenas e simplesmente o que queres é voar?
Voar, voar daqui para fora! Para onde o frio não te apaga o coração mas só o alegra!
Bater as asas, que nunca tiveste ou tens, era sonhar em tons de purpura num cais incandescente.
De nada te vale ansear ou tudo e qualquer coisa reclamar... que importa(s)?
O que foi já foi não há maneiras de lá voltar, mas não te interessa a repetição do que sabes desde que nasceste.
Basta renascer o pouco que tens, mas assim bastará(s)?
Mas está longe, oh amor, o que queres! Nem a realidade, o sonho, ou até o essencial sabes! Então como?
Mas de que valem perguntas às quais jamais alguém responderá se, apenas e simplesmente o que queres é voar?
Voar, voar daqui para fora! Para onde o frio não te apaga o coração mas só o alegra!
Bater as asas, que nunca tiveste ou tens, era sonhar em tons de purpura num cais incandescente.
De nada te vale ansear ou tudo e qualquer coisa reclamar... que importa(s)?
Monday, January 21, 2008
Pedido de Vida
Que mais corrompa a culpa ignorando a pena que o brilho asfixiado das estrelas.
O frio bate eo sono extingue-se. São horas.
Que eu peço apenas a eternidade de um momento prometido. Parto.
Sem riscos não há vida.
-Risca, pequeno, risca! Assim terás mais histórias, sem que desconheças a História, que contar. A vida são dois dias, meu amor, e um já foi!
O frio bate eo sono extingue-se. São horas.
Que eu peço apenas a eternidade de um momento prometido. Parto.
Sem riscos não há vida.
-Risca, pequeno, risca! Assim terás mais histórias, sem que desconheças a História, que contar. A vida são dois dias, meu amor, e um já foi!
Saturday, December 15, 2007
Savage Garden
Que me habitue ao som dos teus passos e à rosa que fere cada vez que uma verdade se faz sentir, a tua aia é amarga mas sensata, a melodia do sonho não te ilude mais, só querias... em verdade... o abrigo certo ao descer das escadas.
Wednesday, October 17, 2007
Não estás aqui, nunca estiveste, apenas te construí com fios de ilusão (daqueles bonitos sabes?).
Agora o tempo é a palavra chave (ou será apenas chave? the perfect timing...)
Posso te desfazer a qualquer hora! Abater-te sem qualquer dúvida apenas com um "quero, porque sim"(nunca fui boa para dar explicações de qualquer das maneiras).
Ou posso-te guardar aqui e cuidar-te.
Agora o tempo é a palavra chave (ou será apenas chave? the perfect timing...)
Posso te desfazer a qualquer hora! Abater-te sem qualquer dúvida apenas com um "quero, porque sim"(nunca fui boa para dar explicações de qualquer das maneiras).
Ou posso-te guardar aqui e cuidar-te.
Subscribe to:
Posts (Atom)